Imoral eh o cassete

Me mostre o que eh MORAL que eu te provo que eh IMORAL...

#ElisRegina30

30 anos sem Elis Regina.

Sem a mulher que mudou a música popular brasileira.

Sem a mulher que trouxe dignidade e qualidade a uma sociedade sem identidade.

Sem a mulher que nunca teve vergonha de viver e mostrar o EU interior dela.

Conheci Elis Regina nas minhas aulas de música. Um pouco tarde. Mas o suficiente para sair da aula apaixonado e encantado pela letra, voz, carisma e, tudo o que aquela mulher representou para a sociedade.

Foi com “Como Nossos Pais” que entendi o que era Elis.

A melodia, nada contínua, cheia de paradas, me deixava sem entender como aquilo podia ter feito sucesso. E foi ali, que aprendi, que essa era a diferença de Elis para qualquer outro: não ser continua, ser disforme, ‘bagunçada’.

Não há outra forma de definir Elis Regina que não seja ETERNA. Assim, para todo o sempre.

Novela fala de vida. E nem sempre a vida tem final feliz (Benedito Ruy Barbosa)